“Sou a cara do papá”: Marta Rangel assinala os dois meses da filha e desvenda parecenças

Marta Rangel deu à luz Caetana há dois meses. A ex-concorrente de “Casados à Primeira Vista”, SIC, partilhou características da menina e disse que é parecida com o pai… que permanece no anonimato.

01 Jul 2021 | 10:30
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Marta Rangel assinalou os dois meses da filha, Caetana, nesta quarta-feira, 30 de junho. Com uma fotografia da pequenina partilhada na rede social Instagram, a ex-concorrente de “Casados à Primeira Vista”, SIC, deu a conhecer algumas das características da menina dos seus olhos.

“Gosto muito de maminha e a mamã dá quando eu quero. Faço muito cocó, mas já quase não tenho cólicas. Sou muito comunicativa e gosto de ‘conversar’ (os crescidos dizem que eu ‘palro’). Tenho muita força e, quando estou deitada de costas, levanto o rabinho (a mamã diz que parece que estou a fazer a ponte). Durmo bem quase todos os dias (e noites!) e adoro sestas ao colinho”, começa por dar a conhecer aos seguidores que se mostraram deliciados com a pequena Caetana.

“Sou muito amada pela família e pelos amigos”

“Se estiver acordada não gosto de estar deitada porque quero ver o que se passa à minha volta. Gosto muito de banho quentinho, mas choro quando me põem na toalha. Fico muito sossegadinha quando estou na espreguiçadeira. Tenho o remoinho e a boca iguais à mamã e sou a cara do papá (já a cor dos olhos parece verde ou azul como a das vovós). Sou muito amada pela família e pelos amigos”, finaliza.

De realçar que Marta Rangel mantém em segredo a identidade do pai da filha.

Veja a imagem partilhada pela jornalista, em baixo.

 

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“Quando nasce um bebé, nasce também uma mãe”

Marta Rangel  voltou a fazer uma partilha sobre a maternidade.

“Quando nasce um bebé, nasce também uma mãe. E, em cada mãe, há – já havia – uma mulher. Uma mãe é também filha, irmã, amiga, companheira, profissional… e tantas outras coisas”, começa por escrever.

“‘A prioridade é o bebé’, ‘Cuidas de ti depois’. Ouve-se tantas vezes isto. É verdade que o bebé torna-se a nossa prioridade. O instinto maternal é mais forte do que tudo. É como se o cérebro ficasse programado para satisfazer, em primeiro lugar, todas as necessidades daquele ser tão pequeno e indefeso. E o amor, esse, é incondicional. Visceral, quase. Atinge-nos em cheio no peito e em cada célula do corpo”, continua, salientando um assunto, que é, cada vez mais, um desabafo de muitas mães.

“Ser mãe é, em tudo, perfeito. Não é.”

“Mas não deixamos de ser mulheres. E filhas, irmãs, amigas, companheiras e tudo o resto. Não deixamos de ser nós mesmo que, às vezes, em alguns momentos, pareça”, dispara. ” Aos olhos da sociedade – ou de uma parte dela – ainda prevalece a ideia romantizada de que ser mãe é, em tudo, perfeito. Não é. Como nada na vida é. Muito menos as pessoas. Ser mãe é maravilhoso. Não há Amor maior nem melhor do que o que sentimos por um filho. Sempre imaginei que seria assim. E é. Hoje sinto-o em cada pedaço do meu corpo, em cada fragmento da minha alma. Mas também é desafiante. Cansativo. Difícil. E não há mal nenhum em admiti-lo”, realça.

Para Marta Rangel, mal “é fazer disso tabu”. “É julgar as mães que se sentem cansadas. É permitir que se sintam culpadas. Sei que muitas mulheres se sentem assim, às vezes. E não têm coragem de dizer com receio que lhes apontem o dedo. Pois eu digo por mim e por elas. Ser mãe é maravilhoso. E difícil”, finaliza.

Texto: Andreia Costinha de Miranda; Fotos: Reprodução
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