Roberta Medina sobre regresso do Rock In Rio: “Aguentámos, mas não foi fácil”

Dois anos depois, Roberta Medina volta a erguer a cidade do Rock depois de duas tentativas falhadas. E está tudo a postos.

19 Jun 2022 | 18:10
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A última edição do Rock In Rio devia ter acontecido em 2020 mas, por causa da pandemia, foi duas vezes adiada. À terceira foi de vez e o parque da Belavista, em Lisboa, recebe daqui a uma semana o nono evento organizado por Roberta Medina e que traz bandas do mundo inteiro durante do dias 18 e 19 e 25 e 26 de junho.

À TV 7 Dias, a empresária de 44 anos não esconde as dificuldades pelas quais ela e equipa passaram e assume que “aguentámos, mas não foi fácil”, lembrando, que para além da Covid-19, a guerra na Ucrânia não facilitou e, já com a máquina em andamento, ainda houve a morte do baterista dos Foo Fighters, que obrigou a organização a uma ginástica suplementar. “Não foi fácil substituir os Foo Fighters. Foi mais sorte que fácil, porque se olharmos as agendas estão muito locadas. Era muito difícil arranjar alguém da dimensão dos Foo Fighters que tivesse uma data”, diz-nos. Roberta quer crer que este foi o último grande desafio que teve para esta edição mas afirma que descanso “só no último dia e quando sair a última pessoa.”

Para a edição desta ano Roberta garante que não vai haver escalada de preços na Cidade do Rock e que “os preços são muito parecidos com os que são vendidos na rua. Às vezes tem 5, 10 por cento de aumento.” Para além disso, este ano vão estar espalhados bebedouros pelo recinto e nem garrafas de água têm de comprar. A organizadora alerta a toda a gente que venha cedo e que aproveite a abertura de portas, que acontece ao meio-dia, porque vai haver atividades o dia todo, até perto da hora do fecho de portas, que acontece às duas da manhã.

Texto: Luís Correia (luis.correia@impala.pt); Fotos: Zito Colaço

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