Rapidez no auxílio evitou o pior! Neurologista revela detalhes sobre o AVC de Dolores

Dolores Aveiro terá sido socorrida numa janela de tempo de quatro horas e meia desde o início dos sintomas do AVC isquémico, revela um especialista.

09 Mar 2020 | 8:00
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Eram 04h15 da madrugada de terça-feira, dia 3, quando aos Bombeiros Sapadores do Funchal chegou o pedido de socorro para Dolores Aveiro. Às 04h40, a mãe de Cristiano Ronaldo já se encontrava no Hospital Dr. Nélio Mendonça, onde foi informada ter sido vítima de um Acidente Vascular Cerebral, tendo sido de imediato submetida a duas intervenções, a química, denominada de trombólise, e a mecânica, ou seja, a trombectomia.

Segundo o neurologista João Sargento Freitas, membro da Sociedade Portuguesa do AVC, o pedido de socorro terá acontecido menos de quatro horas depois de Dolores Aveiro ter começado a ser assolada pelos sintomas.

Este facto, assim como a pronta intervenção médica, salvaram a matriarca da família Aveiro. «O facto de ter chegado a tempo de ainda fazer ambos os tratamentos [N.R.: trombectomia e trombólise] é bom, porque esse tratamento, a trombólise, está aprovado até às quatro horas e meia depois do início dos sintomas. Portanto, ter chegado a tempo de fazer a trombólise e, depois, a trombectomia aumenta a probabilidade de recuperação», elucida o especialista.

 

Na edição desta semana da TV 7 Dias, este mesmo neurologista adianta outros pormenores sobre o caso. Nas bancas a partir desta sexta-feira!

 

TV 7 Dias

 

Texto: Susana Meireles; Fotografias: Arquivo Impala e reprodução redes sociais

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