Nem tudo é o que parece: Lourenço Ortigão baralha fãs e coloca ponto final em dúvidas

Lourenço Ortigão deixou várias fãs intrigadas ao surgir numa fotografia com tatuagens. O ator já veio esclarecer que elas não são verdadeiras e que foram feitas para a sua primeira personagem na SIC.

30 Ago 2021 | 9:53
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Lourenço Ortigão surgiu com tatuagens nos braços, numa fotografia que partilhou nas redes sociais, e deixou alguns fãs baralhados. Na imagem, o ator – que recentemente ‘trocou’ a TVI pela SIC – surge na praia, de calções e uma T-shirt de alças e são visíveis alguns desenhos nos braços… que não estavam lá recentemente.

“De onde vieram essas tatuagens?”, questionou uma fã mais atenta. “São da personagem, não são verdadeiras”, respondeu Lourenço Ortigão, que está a gravar a terceira temporada da série “Clube”, para a plataforma OPTO, do canal de Paço de Arcos. “Ainda bem que não são verdadeiras. Um péssimo e horrível hábito”, acrescentou outra fã.

Lourenço Ortigão vai estrear-se nesta série no papel de vilão. O ator vai dar vida ao novo dono do clube, um homem de carácter duvidoso que se move no mundo da noite e da prostituição. Além de algumas caras conhecidas que fizeram a primeira temporada da série, como Vera Kolodzig, José Raposo e Luana Piovani, a história ganha novos atores, como Maria Dominguez, Ana Marta Ferreira e Jessica Athayde.

 

Lourenço ortigão diz que TVI tentou ‘segurá-lo’

 

Lourenço Ortigão revelou recentemente que, quando optou por sair da TVI, houve uma tentativa por parte do canal de Queluz de Baixo para que ficasse. Em entrevista a uma revista semanal, o ator explicou também a razão por que vendeu as ações que tinha adquirido e comentou algumas opções da direção de Programas.

“Não digo que não houve tentativas para que eu ficasse porque acho que também por parte da TVI existe alguma pena de que eu tenha saído – e eu também a tenho”, começou por dizer, explicando depois as razões que o levaram a querer sair. Depois, Lourenço Ortigão explicou à revista Lua, do jornal Nascer do Sol, o porquê de ter vendido as ações que tinha comprado. “Quando fui convidado para ser acionista foi há mais de um ano. Primeiro, era um negócio atrativo – e continua a ser –, tanto que as pessoas que compraram acho que fizeram um bom negócio. Depois, eu tinha acabado de renovar contrato e era uma forma também de me comprometer a longo prazo com um grupo para o qual trabalhava há tanto tempo”, afirmou.

“Quando senti que poderia não ser aquele o meu caminho, o de ficar na TVI, senti que, se tivesse ações, estaria exposto ao que não posso controlar, como as guerras mediáticas de audiências, em que nunca me quis envolver. Nem nunca procurei ter poder dentro deste meio, quero ser só um ator. Quero continuar a ser visto só como ator e não como alguém que tem um cargo de poder e que alguém se possa sentir intimidado com isso, o que limita as relações. Acima de tudo senti que, na eventualidade de querer sair, teria ali um problema para resolver e que deveria libertar-me dessas ações – por motivos que se calhar agora não interessam – e deixar nas minhas mãos continuar ou não – que não estava decidido. Essa decisão foi tomada mais tarde. Tive um feeling de que não deveria assumir um compromisso dessa forma. Foi uma coisa natural e que não inviabilizava que pudesse renovar contrato com a TVI”, acrescentou.

 

Texto: Patrícia Correia Branco; Fotos: Arquivo Impala e reprodução redes sociais

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